Elucidando Campos Mórficos e Barras de Access

Elucidando

Campos Mórficos e Barras de Access


Quando nos interessamos por algum assunto, acessamos o campo informacional que permeia o que aquilo é.


O mesmo se dá quando agendamos uma consulta, sessão, atendimento com algum profissional.


Nesses anos que me coloquei como facilitadora de expansão da consciência, atuando com a ferramenta de Barras de Access, muitas elucidações surgiram, e a cada dia, em cada novo atendimento, reforça a compreensão da atuação real e prática do que são e como atuam os campos mórficos em nossas vidas.


Quando deixamos o racionalismo linear em segundo plano e acessamos o ser e o perceber, é possível observar com clareza as informações referentes aos campos das pessoas que sintonizam com a minha frequência e passam a informar energeticamente o meu campo.


Atuar na área das ferramentas energéticas e quânticas requer muito além do intelecto, além do entendimento racional das técnicas.

Requer que seja acessado um espaço de sensibilidade, percepção, permissão, para que consigamos de fato perceber o que já está informado no campo, antes mesmo do contato presencial.


Sempre que tenho um entendimento agendado, minutos antes silencio, me coloco como observadora. Me esvazio de mim, de todo o meu barulho interno, e me coloco receptiva ao campo daquele que está chegando até mim.


É comum acessar sensações, emoções, e até mesmo tensões e dores que não estavam presentes. Cada pessoa, em cada momento, está em um estado diferente, então sempre é diferente. Não vivenciei repetição de nenhuma sensação até agora.


Medo, enjoo, dor na mão, no joelho, angústia, agitação, pontadas na barriga, são algumas das manifestações que se apresentaram com intensidade em meu corpo antes e durante os atendimentos.


Me pergunto quantos profissionais sentem diversas coisas todos os dias, que simplesmente não são deles, mas que, inconscientes disso, se identificam com elas e as tomam como próprias. Se apegam a sensações que não são deles. Represam tudo dentro de si, ao invés de apenas deixar com que aquelas informações passem por eles, sejam transmutadas, ressignificadas pelo seu campo.


Quando estamos desatentos, identificados com a mente racional, estamos em julgamento.

A mente entende todo desconforto como algo ruim que deve ser eliminado o mais rápido possível. Esse é o nosso piloto automático, reagindo a cada coisa que sentimos, fazendo que permaneçamos ausentes, sem compreender o que tudo isso representa.


Quando estamos conscientes, nesse espaço de abertura a receber tudo o que é preciso para nossa atuação, sem conceitos do que é bom e ruim, certo e errado, conseguimos transitar nessas interações, nessas trocas energéticas, com leveza.


Observo desde sempre profissionais que se desequilibram com seu trabalho, por não considerarem que todo contato, virtual ou presencial, é uma troca. Você dá e recebe, atende e é atendido. Toda interação é uma mistura energética.


Quando desconsideramos isso, passamos a carregar o que não é nosso, e adoecemos.


É importante desenvolvermos discernimento, auto-observação, e a consciência de que tudo o que chega até nós, está ali apenas para ser trabalhado, movimentado, transmutado, e seguir o seu fluxo. Isso é a ação desidentificada.


Quando nos identificamos com a história, o trauma e o drama do outro, passamos a viver o que não é nosso. Aprisionamos uma energia que se manifestou em nós apenas para ser transformada.


Não se apegar as experiências vividas é essencial para seguirmos íntegros, em equilíbrio, com condições de atuação, sendo contribuição.


Todas as sensações acessadas a partir do campo do outro são naturalmente dissipadas durante os atendimentos.


Houve uma vez que senti uma leve fisgada no joelho antes do cliente chegar. Durante a sessão de Barras a dor ficou tão intensa que chegou um momento que pensei que não iria aguentar, tive vontade de gritar, de interromper a sessão.

Teria feito isso se não tivesse percebido o campo informacional que se apresentou antes mesmo dela chegar.


Como estava consciente de que aquela manifestação era apenas uma energia que estava ali para ser movimentada, transmutada, permaneci na aceitação, no não-julgamento, e relaxei no desconforto, permitindo aquilo permear o meu corpo em toda sua intensidade e, dessa forma, no decorrer da sessão, a dor foi se dissipando, até sumir completamente.


Trago esse relato porque muitas vezes tomamos como próprio algo que não é nosso. E, acreditem, fazemos isso o tempo todo, pois a cada momento estamos acessando campos informacionais.


Precisamos considerar o fato de estarmos imersos em um campo coletivo, que vibra, emana frequência a todo instante. Nós somos atuantes desse campo, interferindo e sendo interferidos.

Essa é a experiência da diversidade, o aprendizado de pertencer sem se identificar, de aprender na troca, sem carregar o que não é nosso.


Campos mórficos são a base da nossa existência. Quanto mais nos permitimos olhar para isso, mais elucidações vão surgindo.


Isso faz sentido para você?


Quantas coisas estão presentes aí, que não são suas?


Como seria parar de pegar tudo o que acessa para si?


Como toda a sua vida pode ficar mais simples e leve?








1 visualização0 comentário

Posts recentes

Ver tudo

Elucidando Mediunidade/Sentividade e Barras de Access

Tive a oportunidade de atender semanalmente, por mais de um ano, ininterruptamente, uma pessoa que sofria de síndrome do pânico há alguns anos. Cada sessão era uma manifestação diferente, sempre surpr

  • icone whats
  • icone email
  • Instagram - Cinza Círculo
  • YouTube - círculo cinza
  • Facebook - círculo cinza
  • icone telegram
Mangala significa auspicioso em sâncrito.